Athena de Vento
Desvendando o Nokia N95
A religião da Liliana
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Não posso dizer que o artigo da Liliana sobre o, digamos, fiofó de Jesus tenha me deixado chocado, pois uma coisa que um internauta experiente como eu não fica mais é chocado com alguma coisa da Rede.
Não sou ateu, mas também tenho dificuldades de aceitar os dogmas seja de quais forem as religiões. Uma entidade que sempre existiu – sem começo nem fim – e do qual somos imagens e semelhança não dá para engulir.
E depois quem é imagem e semelhança de Deus, Gisele Bündchen ou o Russo do Faustão?
No entanto a questão da existência de Deus para mim é completamente superada. Me admiro a Liliana, que é (ou foi) neurocirgurgiã – e portanto já deve ter visto uma cabeça aberta – não se perguntar como uma coisa assim se formaria em decorrência do mero acaso.
E, por outro lado, tanto faz se Deus existe ou não. Em tese o momento para sabermos disso seria na nossa morte. Mas quem disse que daí ocorrerá a Grande Revelação?
Ao morrermos há duas possibilidades.
- Ou tudo acaba aí mesmo, e daí já não dá mais tempo de se arrepender de ter devolvido aquela carteira cheia de dinheiro, ou de não ter dado aquele desfalque que permitiria uma vida modesta, mas sem necessidade de trabalho, no Caribe. Simplesmente porque as luzes se apagam, a música termina, e não podemos voltar para o aplauso.
- Ou, de outra parte, SIM! há vida depois da morte, mas não há anjos tocando harpas, nem diabinhas piscando. Apenas uma outra fase, talvez tão burocrática quanto. Ou será que ao morrer você esperava que Deus comparecesse pessoalmente, tipo aquele “Esta é a sua vida” do Faustão, e chame seus entes queridos mortos para dar seus depoimentos?
Mas em uma coisa a Liliana está absolutamente certa, e por isso, na minha opinião, já é a fundadora e grande líder de uma nova religião. Que pode muito bem se chamar a Igreja do Fiofó Divino.
Um dos principais fundamentos da nova religião seria o humor de Jesus. Ora ninguém tem dúvidas de que ele era um cara pra lá de inteligente, ou vocês acham simples criar uma religião que já dura mais de 2000 anos?
Pois bem, se Jesus era tão inteligentes assim, com certeza deveria ser dotado de um senso de humor sensacional e, portanto, deveria rir muito com a história da pendrive da Liliana.
Afinal a mensagem que Jesus procurou deixar era de um Deus pai, a quem poderíamos recorrer sempre que necessário. Ou seja, mais que pai, amigo.
Não um Deus autoritário, sério e sem graça.
Aliás como você trata um amigo? Cheio de formalidades ou com um sorriso nos lábios, por tu (ou você) e lhe fazendo brincadeiras?
Ademais quem garante que há um único ser regendo todo o Universo? Isso não seria muito, mesmo para um Deus? E porque não podemos acreditar que Deus é democrático, que não há apenas um Deus, mas diversas entidades, algumas que já forma humanos como nós, todas encarregadas de administrar os mistérios da criação.
Quem sabe não existe, por que não? Até um Parlamento Divino, composto por seres que, com certeza, nunca passaram nem perto dos parlamentos brasileiros.
Embora não pareça este é um post de Natal, em homenagem ao aniversariante do dia, que faz alguma coisa próxima a 2007 anos e que se for onipresente deve já ter lido este artigo enquanto eu o escrevia e, espero, tenha dado umas boas risadas.
Sou Profissional e Não Sabia!
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Esta semana recebi um email de uma empresa. Era um profissional de marketing que se apresentava, pois estava assumindo a carteira da empresa de um amigo meu.
No texto informava que um de seus principais projetos seria a criação de dois blogs para a empresa. Cada um abrangendo uma das suas principais áreas de atuação.
Imediatamente respondi o email, saudando a iniciativa e colocando-me como blogueiro à disposição da empresa (sei lá para dar sugestões e, eventualmente, receber alguns links).
A seguir resolvi seguir os links da assinatura do profissional. A primeira coisa que me causou má impressão foi o fato de a empresa não possuir no seu endereço o .br.
Tudo bem meus blogs também não possuem, todavia isso se deve a dois motivos principais a burocracia do registro.br (que inclui, por exemplo a necessidade de pessoa jurídida) e o preço, que se não é muito superior aos dos domínios nacionais, ainda assim é relevante em se cuidando de blogs que não tem a pretensão de serem identificados com empresas sérias.
No entanto, não bastasse esta má impressão inicial, na página da empresa havia a remissão a um blog que, pasmem, tinha o endereço .terra.com.br, ou seja, era hospedado no blog gratuito do Terra, que, além de ser gratuito, não tem um átimo das funcionalidades e facilidades de outros provedores gratuitos, como, por exemplo, o Blogger.
Fechei as páginas, voltei a dar uma olhada no layout dos meus páginas e finalmente admiti: sou um blogueiro profissional.
Talvez ele devesse ler este livro aqui: Marketing de Serviços Profissionais, disponível no Submarino.com.
Um Comentário que Merece um Post
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Estou muito feliz com os resultados da minha promoção de divulgação deste blgo. Tenho recebido comentários e avaliações de alguns dos blogueiros que considero importantes na blogosfera basileira como já referia em artigos anteriores e, como já disse antes, muitas das sugestões serão implementadas futuramente.
No entanto nem só de elogios vivemos e, à vezes, uma boa e contundente crítica nos faz crescer muito mais que inúmeros elegios.
É o caso do comentário ácido do Enio Luiz Vedovello ele diz o seguinte:
Desculpe-me. Vou ser obrigado a discordar da maioria dos comentários. Não acho uma boa idéia a que você teve.
Passeei pelo seu blog, gostei da maioria dos posts que li, você é inteligente e tem estilo para escrever.
E eu entendi que este blog, a exemplo do Contraditorium, que você também cita, é focado na monetização.
Embora eu não tenha monetizado meu próprio blog, não tenho nada contra querer ser problogger. Mas tem que ter estilo. Não sou contra a prática, em absoluto. Só que acho que tem limites, e a sua idéia de forçar clicks através dos posts artificialmente elogiosos de outros blogs, na minha opinião, extrapolou estes limites. Como leitor do Cardoso que você assumiu ser, sugiro que leia com mais atenção as lições do mestre. Tenho certeza de que você não vai se arrepender.
Sucesso.
Pois bem Ênio, em primeiro lugar tenho que agradecer pela tua opinião.
Na verdade se eu fosse atrás exclusivamente da monetização eu estaria ferrado. Os valores que eu atinjo com AdSense e outros programas de monetização não registram mais que alguns caraminguás, que mal darão (quando eu me entusiasmar a recebê-los) para pagar o registro e hospedagem.
Todavia entendo que estas estratégias são interessantes para aumentar o fluxo de leitores, principalmente em virtude do posicionamento do blog em mecanismos de busca (sabemos que os leitores somente clicam nos resultados da primeira, ou no máximo da segunda página.
Atualmente há diversas formas de obter links através de pagamento por análise, como os do ReviewMe!, que são bastante interessantes e que, por igual, geram ligações de uma forma, digamos, artificial. Aliás muito mais artificial do que no nosso caso, pois os blogs que estão atendendo ao convite do concurso, na sua maioria, conhecem, pelo menos, o Direito e Trabalho e quero crer que em algum momento até iriam se ligar ao Athena de Vento.
No entanto, e na esteira da excelente campanha do BrPoint, achei interessante criar um incentivo para que ocorresse esta ligação, o que tem ocorrido de uma maneira bastante positiva.
No que diz respeito ao Cardoso, embora eu o leia com bastante interesse, não creio (e com certeza nem ele) que seja o dono da verdade, como também eu e tu não o somos. Todavia justamente neste ponto creio que fizeste uma leitura equivocada daquele que chamas de mestre.
Em meu humilde sentir o que o Cardoso quis dizer com “Esqueça o AdSense” foi que blogar, ou começar a blogar, com a visão exclusivamente na monetização, é algo que pode ser extremamente frustrante, uma vez que os resultados podem demorar ou nem ocorrer. Mas ele não é contra a monetização, pelo contrário, a incentiva.
E, quer saber? A melhor forma de verificar o fluxo do seu blog são, justamente, os programas de monetização. Não se preocupe com o quanto, mas coloque no seu Reflexões e Perda de Tempo alguns anúncios do AdSense, instale a extensão do FireFox Ad Sense Notifier no seu computador e se divirta vendo os centavinhos de dólar aparecer. Se você não está precisando não saque, mas você vai ver que quando somar lá seus 10, 20, 50 dólares, você vai se sentir orgulhoso de si.
Aliás, se você quer fazer de mim um cara rico, se inscreva através do link que está no menu ao lado que, se você conseguir acumular em seis meses US$ 100,00, o AdSense me creditará o equivalente a US$ 250,00, o que, convenhamos, não é nada mal, não é?
Cardoso Para Principiantes
Diga o que disser eu vou continuar lendo tanto o Blog do Cardoso quanto o Contraditorium, pois o cara é uma mistura de enciclopédia com metralhadora giratória.
Aliás blogueiro não tem que ser simpático, ao contrário, para ser interessante deve ao mesmo tempo sermal humorado e irônico. Se for para dizer o que todo mundo acha não precisaria escrever.
Para mim o Cardoso atende a estes requisitos. Além de ter, como já disse antes, me dado umas boas idéias para o(s) meu(s) blog(s), algumas sem querer, outras voluntariamente.
No entanto às vezes ele fica exageradamente introspectivo, ou autoreferencial demais. Como por exemplo neste artigo em que a maioria das referências que faz são tão obscura que ele poderia tanto estar falando de um universo paralelo como de suas vidas passadas.
Talvez alguém mais habilitado possa fazer um tipo de Guia para Ler Cardoso, para situações destas.
A foto do post é do próprio. No entanto como não sou bobo nem nada ela está hospedada no meu Flickr.
Quem Ainda Vende no Mercado Livre?
Eu mesmo já vendi e comprei muito através do Mercado Livre. Compras das quais me arrependi, presentes ruins, ou até mesmo produtos velhos e sem utilidade para mim foram já negociados por mim no sítio, com um bom índice de aproveitamento.
No entanto minhas últimas tentativas de negociar através do ML têm sido frustradas. Um dos principais motivos para isso, acredito, é o fato de ter que pagar antecipadamente pelo anúncio. Não tem moleza é tipo cinco dias e já tem fatura vencendo, tendo ou não efetuado a venda.
Antes não era assim. A taxa era paga sobre as vendas e quando elas eram frustradas as taxas eram estornadas.
A última que aconteceu comigo foi que colequei o produto para vender na modalidade leilão e, estava indo tudo muito direitinho, quando um gaiato deu um lance milionário e tive que interromper a venda. Agora tenho que pagar uma fatura de R$ 2,99 por uma negociação que não ocorreu por falha do site.
Como eles não têm prejuízo não tem interesse em corrigir. O Mercado Livre está precisando é de um novo concorrente…
Por que Athena de Vento?
Este nome me surgiu em um sonho. Nele um grupo de pessoas, que fazia de estudos de Filosofia, discutia acerca do nome de uma revista sobre o assunto, tendo-se decidido por este.
Ao acordar e refletir um pouco cheguei a conclusão que o nome derivaria do próprio nascimento da deusa Athena, que saiu já adulta com elmo, armadura e escudo da cabeça de Zeus, que, inclusive, é utilizado muitas vezes como alegoria ao referir que uma idéia dificilmente sai pronta e acabada da mente de alguém, mas sempre demanda uma certa maturação.
A Athena de Vento seria, pois, uma tradução erudita do “cabeça de vento” que quando crianças ouvíamos de nossos pais e avós ao sermos pegos distraídos, na verdade pensando sobre coisas muito importantes acerca do nosso pequeno mundo.
Várias interpretações poderão daí decorrer, inclusive sobre a minha opção em utilizar o “h” medial…
Espero que esta idéia, lançada ao vento, frutifique de uma forma agradável aos leitores.












